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Capitulo 15 {Her Bodyguard}

por sacha hart, em 22.08.15

 

Ele amava-a. A realidade era tão doce que Dakota ainda tinha dificuldades em acreditar. Sam não fora o primeiro homem a dizer-lhe tais palavras. Contudo, fora o primeiro a quem as retribuía.

- Amo-te, Sam – Dissera-lhe em resposta e voltara a repeti-lo quantas vezes foram precisas durante a eterna noite que passaram juntos, perdendo-se nos luxos do amor e da paixão. A verdade era aquela – amava-o como nunca amara ninguém.

Dakota estava sentada no parapeito da janela na manhã seguinte. Sam ainda dormia profundamente na cama, envolto nos lençóis amassados e revoltos. Ela observava-o com espanto. O homem mais bonito que alguma vez vira e quisera estava na sua cama. Era seu.

Isso fê-la acordar de bom humor e inspirada. Dakota decidiu fazer algo que não praticava há imenso tempo. Desceu até uma salinha anexa da sua grande casa e encontrou guardados alguns dos seus instrumentos. Retirou com cuidado a guitarra acústica da mala e levou-a para o jardim. Sentou-se numas almofadas e, perto de si numa mesa pequena, pousou um caderno aberto e uma caneta.

- Vamos a isto!

Depois de afinar a guitarra, soltou os primeiros acordes. A melodia trouxe-lhe memórias da sua infância quando a sua mãe lhe ensinara a tocar. Havia coisas que nunca se esqueciam e esta era uma delas.

Envolta na sua própria nostalgia e descontracção, Dakota continuou a tocar e a escrever.

 

 

Sam raramente se deixava dormir até tarde. Portanto, quando isso acontecia, acordava sempre em sobressalto. Aquela manhã não foi excepção. Encontrava-se no quarto da morena de olhos esmeralda, e foi precisamente esse o seu primeiro pensamento do dia. Ela.

Um sorriso abriu-se no rosto do guarda-costas ao relembrar-se de tudo o que acontecera na noite passada. Nem as mais bonitas palavras do mundo a poderiam descrever.

Desceu à procura da morena pensando que talvez a encontrasse a tomar o pequeno-almoço. Contudo, na cozinha só se encontrava Esmeralda. Por momentos, Sam esquecera-se completamente da empregada e ficou ligeiramente embaraçado por só ter vestido as suas calças negras. Esmeralda, ao contrário dele, achava piada à situação. Entregou-lhe um tabuleiro recheado de alternativas para o pequeno-almoço.

- Ela está lá fora. Ainda não comeu. – Comentou, piscando-lhe o olho de seguida – Façam companhia um ao outro.

Sam sorriu e agradeceu a Esmeralda. Ela sabia. Era a primeira e única pessoa a quem a relação deles não era um segredo. Samuel pensou que isto o incomodaria mais, mas a verdade é que não se importava. Até sabia bem…desde que Esmeralda não fosse comentar a relação dele com Dakota a mais ninguém. O sorriso fiável da empregada assegurava-o de que isso não era sequer uma possibilidade.

De tabuleiro na mão, o guarda-costas guiou-se pela magnífica música que vinha do jardim. Admirou a sua Dakota de longe e a melodia que ela criava. Não teve dúvidas de que poderia ficar ali a ouvi-la durante horas.

A morena só se deu conta da presença dele minutos depois. – Hey! Bom-dia – Exclamou ao mesmo tempo que pousava a guitarra e fechava o caderno onde tinha estado a apontar notas – Isso é o pequeno-almoço? Humm, vem mesmo a calhar.

- Até parece que ficaste mais contente com o aparecimento dos croissants do que comigo – Gozou o guarda-costas, fingindo-se ofendido. Só suavizou a sua expressão quando Dakota sorriu. O sorriso dela teria sempre este efeito nele.

- Estás com ciúmes dos croissants e da manteiga e do sumo de laranja? Os ciúmes não te costumam ficar bem – A morena piscou-lhe o olho – A isto é que eu chamo uma bela manhã. Tu, lindo só com essas calças vestidas, e a trazer-me comida deliciosa. Estou no céu.

- Se gostas assim tanto, talvez pense em fazê-lo mais vezes. Mas primeiro m beijo de agradecimento, se faz favor.

Mais do que agradada com a dívida que tinha para saldar, Dakota sentou-se no colo de Sam e beijou-o calmamente. A reconciliação dos dois ainda era muito recente e eles tinham muito tempo para compensar, anotou mentalmente. Por isso aprofundou o beijo, procurando receber tudo o que Samuel lhe oferecia.

Manhãs assim davam-lhe muito gosto.

- O que é que estavas a escrever? – Questionou Sam momentos depois. Dakota ainda o tentou impedir de alcançar o caderno, mas já não foi a tempo – É sobre mim? – Perguntou-lhe ao ler a letra de uma canção nova.

- Que convencido! Porquê que haveria de ser sobre ti? – Rindo-se, sacou-lhe o caderno das mãos – Ainda não está acabada. Não sei… Não escrevo nada há muito tempo.

- São da tua autoria as letras das canções que cantas?

Dakota abanou negativamente a cabeça. – Alguém as escreve por mim. Segundo a minha agência, as minhas letras não são a música comercial adequada à “Pearl”.

Sam podia perceber que Dakota estava desagradada. Na opinião dele, era uma estupidez alguém recusar as composições dela. Pela amostra que ele acabara de ver, eram excelentes. Bem melhores do que as canções pop que ela cantava, sem ofensa.

- Porquê que as cantas, então?

A pergunta apanhou-a de surpresa. Realmente, pensou Dakota, porquê que as cantava? – Suponho que era suposto fazê-lo. Assinei um contrato. Achei que ia ter a caminha carreira musical e não me importar muito com isto. Pensei que talvez depois pudesse cantar as canções da minha autoria. – Contudo, ela ainda não tinha liberdade para o fazer – Quando comecei com isto, só queria cantar. O meu pai tratou de tudo o resto, juntamente com o meu agente. Eu limitei-me a fazer o que me competia.

A explicação não parecia ter acabado, no entanto Dakota permaneceu em silêncio e baixou o olhar. Sam não gostava quando isso acontecia. Adorava fitar os olhos cor de esmeralda da morena. Estando ela ao seu colo, levou a mão até ao queixo dela e fê-la contemplá-lo. Ele queria entender como é que ela. Entendê-la.

- A mim parece-me desde o início que deixas o teu pai controlar a tua carreira. A tua vida. E não da maneira que tu gostas.

- Oh, ele não o faz por mal – Desculpou – Ele simplesmente queria isto tanto como eu, ou mesmo talvez mais. Desde pequenina que estudei música, que cantava pela casa e fazia concertos para os meus pais. Partilhava esta paixão com a minha mãe. O meu pai adorava-nos ver e sempre foi o nosso fã número um. A minha mãe perdeu a chance dela, mas ainda sobrava eu. – Um suspiro inaudível escapou-lhe, mas Sam notou - Quando ganhou a sua fortuna, o meu pai dedicou-se a garantir que eu teria uma chance de brilhar no mundo da música. Só que entretanto as coisas mudaram um bocadinho, ele já me vê a fazer tudo… Não sei.

- A tua mãe… – Começou Sam – Raramente falas dela.

Ao mencionar-lhe a progenitora, Sam viu um brilho de dor e saudades no olhar de Dakota. O seu objectivo não era causar-lhe dor, mas queria saber o que tanto magoava a mulher que amava. E queria estar ali para ela, abraçá-la e dizer-lhe que estava tudo bem.

- Ela morreu quando eu tinha doze anos. Doença prolongada. Vínhamos as duas no carro depois de uma das minhas aulas de piano quando os seus músculos paralisaram. Ela perdeu o controlo do carro e chocámos contra um poste. Engraçado, sempre pensei que fosse a doença a levá-la, mas acabou por ser um acidente de carro, algo que pode acontecer a toda a gente – Não era nada engraçado, pensou amargurada, ainda ressentida com este facto – Roubou-me o tempo que me restava com ela, se tivesse sido a doença o seu fim.

Dakota sabia o que era ter uma mãe doente e com poucas chances de vida. Sabia que Sam sofria com esta possibilidade também e fora por isso que o ajudara financeiramente e à sua família. No que dependesse dela, Sam não teria de perder a sua mãe para a doença. Ela ia ajudar no que estivesse ao seu alcance.

Não foi preciso dizer isto em voz alta para que Sam o soubesse. Agora compreendia melhor o porquê de Dakota o ter ajudado com o dinheiro para o tratamento da sua mãe. Ainda assim, estava seguro de que ela o teria ajudado de qualquer das maneiras, mesmo que a mãe dela nunca tivesse estado doente. Dakota era simplesmente assim: uma mulher boa; ele amava-a por isso.

 - Lamento.

Foi tudo o que o guarda-costas disse e foi tudo o que bastou.

 

As gargalhadas dos dois apaixonados fazia-se ouvir no interior da casa. Ainda com um enorme sorriso no rosto, Dakota entrou apressada dentro de casa enquanto fugia do namorado que a perseguia com a promessa de uma tortura de cócegas.

Só quando alguém pigarreou é que a morena deu conta de ter visitas na sua sala de estar. Ali, à sua espera, estavam Bruce e Mary, dois dos membros da sua equipa. Não se recordava de ter marcado alguma reunião com eles.

- Merda! As gravações!

- Faltaste esta manhã. Não atendias o telefone e por isso tivemos de vir aqui ver se estavas bem. – Bruce comentou num tom crítico. Eu mereço, pensou a cantora.

Ela perdera por completo a noção do tempo. Passara a manhã com Sam, depois ele levara-a a almoçar fora - o que se traduziu num pic-nic no jardim dela – e agora ali estava, com uma falta no seu reportório.

- Peço imensa desculpa, a sério. Esqueci-me completamente. Não tenho bateria no telemóvel.

Como que para demonstrar o seu “esquecimento”, Samuel apareceu na sala de estar. Apesar de ter tentado disfarçar que vinha aos risos atrás da cantora, não foi a tempo. Estava mais do óbvio que os dois tinham andado distraídos juntos.

Procurando evitar perguntas dos dois presentes, Dakota interveio – E a Bea e o Scott onde estão?

- Ficaram no estúdio a acertar o novo horário das gravações de compensação, para além de trazerem o teu novo guião. – Respondeu Mary, a rapariga ruiva que falava sempre calmamente e em tom baixo. Ela e Bruce eram membros fundamentais da equipa de Pearl, mas no que tocava a interagirem com a cantora, em nada se comparam a Bea e Scott.

- Lamento. Não volta a acontecer.

- Não é a nós que tens de te desculpar. Aliás, não tens de pedir desculpas a ninguém, a produção que lide com a tua falta. O Khris Johnson também não estava com muito boa cara hoje, por isso…

Dakota mordeu o lábio ao pensar no seu co-protagonista na noite passada. Podia jurar que os olhos dele tinham ficado vermelhos de raiva. Khris Johnson não era o tipo de homem habituado a levar uma tampa.

- Embora tenha recuperado rapidamente ao ver o site do Perez Hilton esta manhã – Mary olhou para Sam, depois para a sua patroa e fitou-os um pouco embraçada.

- O que é que saiu nesse site maldito?

Bruce adiantou-se e tirou uma revista da pasta com a qual andava sempre. – Nos sites, nas revistas, em todo o lado… Os rumores estão por todo o lado de que tu e o Khrs estão juntos – Disse-o num tom condenativo – Mas, no entanto, é um excelente golpe publicitário, tenho de admitir. E há mais. A People’s está a oferecer dez mil dólares por uma entrevista e sessão fotográfica conjunta exclusiva de vocês os dois.

A revista revelava uma fotografia pixelizada naquilo que parecia ser Dakota e Khris a beijarem-se á entrada do Four Seasons. Que invenção era aquela? Dakota sentia-se tão ultrajada que nem conseguiu falar.

Espreitando por cima do ombro da namorada, Sam viu também a fotografia. Os ciúmes invadiram-no…mas mais do que isso, vieram também algumas incertezas. Seria aquilo real? Porque teria Dakota beijado Khris para minutos depois se lançar nos braços dele?

A sua vontade era questionar a namorada de imediato, mas não esquecia a profissionalidade que lhe fora incutida. Limitou-se a ficar na sua posição, tão tenso e pouco amistoso como um guarda-costas aparenta ser.

- Dez mil dólares é uma ninharia. Mandei-os dar uma volta se não aumentassem o valor. Acordámos os cinquenta mil – Bruce falava como o excelente administrador financeiro que era – Mais toda a publicidade que cria. É um perfeito dois em um. Tens de aceitar.

Dakota sabia que ao nível da sua carreira tinha de aceitar a proposta. Contudo, no seu intimo, tudo o que menos queria fazer era dar azo a estes rumores falsos. Ela e Khris não tinham uma relação. Ponto!

Hollywood, no entanto, parecia acreditar no contrário.

 - O Khris já disse que sim. A Mary e Bea já acertaram uma data na agenda dos dois.

Ou seja, todos eles já tinham decidido por ela. Como poderia Dakota dizer não?

Sentindo o intenso olhar de Sam em si, a cantora optou por não o encarar. Logo de seguida, disse: - Muito bem. Eu faço-o.

 

- É Photoshop! Aquela fotografia é uma montagem.

As explicações de Dakota eram o único som que preenchiam o quarto dela onde só estavam os dois. Samuel manteve-se calado. O silêncio dele deixava-a nervosa.

- Caramba, Sam, tens de acreditar em mim!

O guarda-costas manteve-se silencioso e pensativo. Dakota não entendia, pois não? Ele não duvidava dela na questão das fotografias. Já entendera que eram falsas e que ela não beijara aquele traste playboy. Oxalá fosse essa a razão do seu incómodo. Mas não era.

- Não me dês o tratamento do silêncio! – Resmungou num berro, atirando-lhe uma das almofadas. Exasperada, aproximou-se dele e pousou as mãos no peito firme do guarda-costas – Não confias em mim? Fala comigo.

Na mente dele passavam ilusões de passeios com ela pela rua de mãos dadas. Imaginava poder saírem juntos e beijarem-se sem se importarem que alguém visse. Queria ser louco e poder dizer que a amava a alto e bom som do topo das montanhas de Hollywood.

Mas não podia. Dakota escolhera, e decidira manter a farsa com Khris Johnson. Significava que eles os dois continuaram a ser um segredo.

- Sam…

- Desculpa-me – O homem suspirou e resfriou a sua raiva – É só que não te gosto de ver com ele. Nem gosto que toda a gente pense que é o Khris que amas.

- O que importa o mundo todo pensar isso se sabes perfeitamente que és tu o único dono do meu coração?

A ele fazia-lhe diferença.

- Já imaginaste como seria se pudéssemos simplesmente ser nós próprios? Sem termos de nos preocupar com paparazzi, publicidade ou dever?

Sam viu os olhos dela brilharem de emoção. Estava claro que ela também já pensara nisso. E, tal como ele, também se dera conta de que isso não ia acontecer tão cedo.

- Um dia vai ser assim, Samuel.

Esse dia tardava em chegar.

Ele não disse nada. Ela mais nada disse.

 

Los Angeles andava em rebuliço devido ao romance do ano, como lhe chamavam. Duas estrelas novas, Khris Johnson e Pearl, apesar de discretos, faziam as delícias a milhares de fãs e até já inspiravam histórias românticas!

Aquilo que parecia um mar de rosas era, na verdade, uma encenação. Khris e Dakota mal se falavam, mas por bem da publicidade para o filme de ambos, faziam umas ocasionais presenças em conjunto e davam algumas entrevistas.

Já era isto há semanas, pensou Sam num fim de tarde tranquilo. Olhou para o relógio e contou quanto tempo faltava até saírem de casa. Dakota tinha um evento naquela noite  durante o qual teria de posar com Khris. Sam também estaria lá mas somente no papel de guarda-costas, fingindo que a sua namorada não era nada mais do que a sua cliente.

- Vou perder a cabeça – Exclamou para si próprio. Cerrou os punhos. Apetecia-lhe esmurrar alguém. Sentia imensos ciúmes, mas mais do que isso sentia-se sufocado pela situação. E muito, muito irritado.

- Qual é o pior que pode acontecer? – Referia-se ao facto de assumirem em público a relação com Dakota, a pérola de Hollywood.

Ele perdia o seu emprego. Era isso que acontecia.

- Que se lixe.

Samuel pensou nas suas opções. Podia sempre procurar outro cargo, outro cliente. O que não faltavam naquela cidade era celebridades a precisar de guarda-costas. Ele apenas queria ser um casal normal com Dakota.

 Desejava poder assumi-lo para que toda a gente o soubesse. Gostava de a ter a seu lado aquando do casamento do seu irmão e apresenta-la à sua família e amigos sem ter de se preocupar com escândalos.

Dakota já sabia desta ânsia de Sam. Houvera uma noite na qual tinham falado do futuro. – Tu sabes que eu também quero estar contigo sem reservas – Dissera ela – Mas… – Havia sempre um ‘mas’ - …agora estou a lançar-me como actriz. Quer goste ou não, preciso desta publicidade para cimentar o meu lugar. É assim que as coisas funcionam no mundo do cinema. Dá-me tempo até podermos pôr tudo a pratos limpos.

Nessa noite ela sorrira, tentando tranquiliza-lo. Ele amava-a e por isso Dakota sabia que ele esperaria até que ela estivesse pronta para darem conta da sua relação ao mundo.  Até lá só teria de fingir este clima com Khris Johnson e dar o que falar aos tablóides.

 

O salão de um dos hotéis mais luxuosos de Beverly Hills recebia com pompa e circunstância um evento de caridade que reunia dezenas de celebridades. Dakota Reed era uma das convidadas, apesar de ali só a conhecerem como Pearl. A maior parte dos presentes não se dava pelo nome verdadeiro de qualquer das maneiras.

Aos guarda-costas, assistentes e afins pessoas não era permitida a permanência dentro do salão. Assim sendo, Sam Levitt aguardava na rua juntamente com outros tantos. Dali podia ver através das enormes janelas de vidro o interior da festa.

Localizou a namorada num instante. Belíssima, Dakota deslumbrava num vestido vermelho e pérolas ao pescoço. Aquele era o meio dela e dava-se lindamente. Ele, pensou amargamente, pertencia ao meio daqueles que viviam afastados das câmaras. Nenhum dos dois queria abdicar do seu mundo… mas chegaria a altura em que teriam de ceder.

Qual dos dois seria?

Enquanto via aquele playboy Johnson aproximar-se e abraçar Pearl sob o olhar atento dos jornalistas, Sam só esperava que, quando esse momento chegasse, não tivesse de ser ele a decidir.

Pois ele já estava mais do que farto de tudo isto.

 

Já passaram mais de dois meses desde que publiquei o último capítulo! É uma vergonha! Nunca antes me tinha acontecido bloquear tanto e com tanta frequência. 'Her Bodyguard' embateu numa altura da minha vida em que escrever é tão dificil! Mas resolvi não desistir desta história e vou continuar. Mesmo que demore anos, eu acabo de a escrever. Contudo compreendo completamente se não tiverem paciência para ler esta história em slow updates. 

(mas pronto, para compensar está um capitulo grandinho)

Desde já, assinalo as queridas leitoras que têm acompanhado Her Bodyguard:  Sara ♡ ; Twi ; SmartieJoanna;  maggie. ; andy mcdown Nessie ; Snow;   Liz e Ynis ;  Esta história está também disponivel no Wattpad, se preferirem lerem por ali.

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14 comentários

De Ynis a 22.08.2015 às 20:33

Deves andar a ensinar a Dakota a ser retardada ao alto nível. "Ou seja, todos eles já tinham decidido por ela. Como poderia Dakota dizer não?", meu deus, como é possível que alguém não tenha controlo da própria vida? O Sam que arranje alguém de jeito, porque esta miúda está toda errada.
Mas vá, podes até ter demorado, mas o capítulo está bom.

De sacha hart a 24.08.2015 às 21:52

É ser um pouco retardada sim, mas o que fazer? A Dakota é uma people's pleaser haha
Ainda fico surpreendida sempre que me fazes um elogio. Muito obrigada (:

De Ynis a 28.08.2015 às 13:02

coloca-lhe pouco nisso.. está a passos de te superar -qq
é, mas está descansada que o próximo só será daqui a uns anos

De Joanna a 22.08.2015 às 21:53

já tinha tantas saudades de ler um capítulo desta história! adoro a tua maneira de escrever e as ideias que tens para as histórias e com esta não é excepção!
aww a dakota e o sam são tão adoráveis, adoro vê-los juntos e tenho tanta pena dele com toda a cena do khris e de ele e a dakota terem de se comportar como um casal por causa daquilo que ela quer ser profissionalmente, é deprimente e não sei se o sam vai aguentar isto mais tempo..... vamos esperar para ver e.e
beijinhoos!

De sacha hart a 24.08.2015 às 21:54

O tempo que eu demoro a publicar dá tempo para vocês terem saudades (e para o blog estar tão parado que apanha pó e teias de aranha haha). Muito obrigada, fico contente por saber isso!
Eles os dois são mesmo adoráveis, mas nem tudo é um mar de rosas. Veremos como se saem nos próximos capitulos...
xx

De jules emerson. a 23.08.2015 às 11:39

Adorei o capitulo! :)
Acho a Dakota e o Sam tão queridos juntos! Adorei os momentos deles neste capitulo! :)
Por mim podes demorar o tempo que quiseres que não vou deixar de querer ler e de ter interesse! Adoro esta fic e espero que esse bloqueio passe! :)
Fico à espera do próximo!
Beijinho!

De sacha hart a 24.08.2015 às 21:55

Oh, fico muito contente por te ter como fiel seguidora desta história! :)
Espero que o bloqueio passe e quem em breve te possa desvendar mais um pouco da história destes dois.
Beijinhos

De andyjopanda a 23.08.2015 às 12:35

Já estava com saudades do Sam e da Dakota, tenho pena que eles não possam ficar juntos, sem ser às escondidas. Fazes bem em não desistir de escrever a história :) pk eu continuo adorar e quero sempre ler mais e gosto que as histórias tenham finais ou continuações, tou ansiosa pelo próximo capítulo, mesmo que demore meses para ler. Bjs
P.S. Eu não fui notificada pk o link que puseste para me nomeares, é antigo, por isso utiliza da próxima vez, este http://disparatesdaminhacabeca.blogs.sapo.pt/

De sacha hart a 24.08.2015 às 21:56

Obrigada pelo comentário e pelo apoio, querida!
Fica anotado, para a próxima faço o link certo ;)

De • Smartie a 23.08.2015 às 17:28

Aww, o Sam e a Dakota são tão fofos *-* Já estava com saudades de os ver juntos :3
Só espero é que esta situação toda de farsa passe rapidamente, porque sinceramente não acho que o Sam aguente muito mais tempo assim :\
Mais, mais ^^
Beijinhos*

De sacha hart a 24.08.2015 às 21:57

Até eu já estava com saudades de os ver juntos. Mas veremos se assim continuam nos próximos capítulos...
Obrigada por comentares (:
beijinhos

De Sara a 31.08.2015 às 18:39

Adorei, como sempre!!

De twilight_pr a 07.09.2015 às 15:35

Antes de mais nada, devo dizer que ainda me lembro da história após o último capítulo e graças ao Wattpad consegui ler mais cedo este capítulo, felizmente. E confesso que gostei bastante!
Cada vez que vejo que tens mais um capítulo eu fico logo toda contente e tento logo ler. Adorei este capítulo e confesso que mesmo que coloques lentamente os capítulos eu vou estar sempre aqui para ler o novo ^^
Beijinhos!

De Anónimo a 01.10.2015 às 16:48

Viva!
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Junta o "melhor" de dois mundos.
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