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Capítulo 14 {Her Bodyguard}

por sacha hart, em 05.06.15

 

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Khris Johnson. Aquele cabrão.

Era ele para quem ela sorria. Ele quem a tocava, quem a abraçava. Era ele que a fazia rir. Era Khris a quem ela falava, a quem beijava. O ciúme corroía-o por dentro. Sam não se lembrava de alguma vez ter tido inveja de alguém como agora sentia de Khris Johnson.

Aquele cabrão sortudo, realmente.

As rodagens para o filme que Khris e Dakota protagonizavam duravam já há três semanas.  Sam, na qualidade de guarda-costas - e apenas isso -, estava sempre presente nas filmagens. Às vezes assemelhava-se a tortura: ver a mulher que amava nos braços de outro.

Pois ele amava-a.

Essa realidade tomara-o de assalto, sem lhe dar espaço para negações. Ele amava Dakota como nunca amara outra mulher. Tudo nela fazia o seu coração bater mais rápido. Nem sequer fazia sentido.

- Corta! Excelente! – Gritou o realizador – Fim por hoje. Pearl, querida, foste fantástica! Khris, estás a dar-lhe bem!

Samuel assistia ao desenrolar da ação por detrás das camaras, num canto sombrio. Ninguém costumava dar por ele ou incomodar-se com a sua presença. Por isso, quando as câmaras começaram a ser afastadas e o espaço vazado, ele soube que ela era a única na sala a dar-se conta da presença dele. O olhar esmeralda dela fixava-se nele com uma angústia latente. Depressa Peal desviou a sua atenção do guarda-costas que ultimamente evitava e com quem raramente falava.

Embora odiasse o tratamento distante dela, Sam sabia que as coisas deviam ser assim.

Aliás, nunca deveriam ter sido de outra maneira.

 

 

Ela finalmente dissera sim.

Khris insistira frequentemente, pedindo-a para ir jantar com ele, ou para saírem após as rodagens do filme. Dakota sempre preferira declinar o convite. Não era que Khris fosse um mau partido. De todo. Mas o coração da cantora estava reclamado, daí ela ter retido ao máximo os convites do playboy.

Contudo já não valia a pena esperar. Sam já não retribuía. Tinham-se passado quase seis semanas desde que ele se distanciara. O orgulho de Dakota impedira-a de lhe ir pedir satisfações, como bem queria. Por isso ia dar uma chance a Khris. Nem que fosse para tirar um certo moreno de olhos castanhos da cabeça…

- O que é que estás a fazer aqui?

- O motorista não pôde vir.

- Eu apanho um táxi, então.

Dakota deu a volta ao carro para poder sair da garagem, mas o guarda-costas bloqueou-lhe a passagem. Sam, sendo bem mais alto do que ela, impedia-a de usar aquela saída. Isso enervou-a.

- Nem pensar. Sabes o quanto isso é perigoso. Eu levo-te.

- Nem pensar! – Guinchou a morena em resposta – Não és meu motorista. Esta é a tua noite livre. Não me vais levar a lado nenhum.

Não adiantava falar, percebeu ela ao reparar na expressão de Sam. Quando ele carregava aquele semblante sério, as coisas seguiam do modo que ele queria. Homem tão obstinado jamais ela conhecera.

- Ugh! Como queiras! – Derrotada, entrou no Mercedes que usava sempre que saía com um motorista. Nunca lhe ocorrera que Sam faria esse papel, especialmente numa ocasião como esta.

Ele entrou no carro segundos depois. Quebrou o silêncio apenas para perguntar para onde a deveria levar.

- Para o Four Seasons. O Khris espera-me lá.Deu enfâse à companhia que esperava. Se Sam se incomodara, não o fez transparecer.

Isso somente a irritou mais.

 

Que raios estás tu a fazer? questionava-se Samuel.

Conduzindo o Mercedes dela, levando-a para um encontro com um homem que nem sequer a merecia. Era o seu trabalho, tentou relembrar a si mesmo mas nem isso o fazia pensar com juízo. Já era insuportavel todo o tempo que Dakota passava com Khris no estúdio. Imaginou o playboy a tocar na mão dela durante o jantar, a partilhar sorrisos com Dakota, talvez tentando beijá-la no fim do mesmo e convencê-la a ir para uma das suítes do hotel. O mero pensamento causava-lhe náuseas. 

Travou o carro de repente.

- Hey! - Resmungou a morena a partir do banco de trás - O que se passa? Porque paraste? - Perguntou num tom irritado. 

Pois, o que se passa Sam? perguntava uma vozinha intrometida na sua mente. Ele não tinha direito nenhum a sentir ciúmes. Era só o guarda-costas de Dakota. Fora ele que quebrara quaisquer laços extra. Tivera de ser. Não conseguia pensar racionalmente sempre que ela o tocava, sempre que ela o beijava... e para a proteger precisava da sua mente livre de distrações.

Mas a que custo?

A sua infelicidade. E, se pudesse adivinhar, a dela também. Embora não tivessem comunicado nos últimos tempos, ele observara-a. Presenciara os momentos de pausa nas gravações em que ela descansava e, pensando que ninguém a via, suspirava como se estivesse cansada daquelas pessoas. À noite, na sua enorme casa, andava inquieta pelo quarto. Já não passava longas horas no jardim, nem se distraía na cozinha como antes acontecera. Isolara-se de todos ao isolar-se dele. 

Aparentemente, decidira terminar com isso. Ela ia sair com Khris Johnson, lembrou-se ele. Sam não se devia meter, já que ambos beneficiaram daquilo. Terminaria definitivamente quaisquer esperanças que tivessem ficado pendentes. Ele nunca poderia estar com ela, de qualquer das maneiras, continuava a ser seu guarda-costas e, assim sendo, ela era terreno proibido. 

- Levitt, estás a ouvir-me?!

O guarda-costa despertou ao ouvi-la. Ela chamara-o Levitt. Por momentos, Sam desejou ouvi-la pronunciar o seu nome. Nesse momento soube - não a queria deixar escapar para os braços de alguém como Khris Johnson.

Não a podia deixar escapar-se para mais ninguém.

 

Dakota esperava pela reacção do seu guarda-costas. Melhor dizendo, do seu motorista. Já fazia três minutos desde que ele parara na berma da estrada sem dar nenhuma explicação. Ia-a fazer chegar atrasada ao Four Seasons. 

Por momentos, ela quase não se importou com isso. Uma parte dela não queria ir.

Não, não...Não vais voltar a isto, Dakota. Passara as últimas semanas na esperança de que Sam acordasse da sua própria estupidez e voltasse para ela. Ansiara, na distância imposta entre ambos, pelo abraço dele. Ainda não chegara e ela acabara por decidir seguir em frente com o seu coração partido.

Levitt saiu do carro de repente. Atónita, a morena precisou de uns segundos para se surpreender, depois para se indignar e, por fim, sair também ela do Mercedes, já pronta a reclamar.

- Vou chegar atrasada! - Resmungou a encará-lo, querendo que ele se apercebesse da fúria latente - O que se está a passar contigo? O carro tem algum problema? - O silêncio dela enervava-a mais do que alguma vez podia pôr em palavras. Deu a volta ao carro e ficou frente a frente com ele. - És tão irritante. Exasperante. Diz alguma coisa, raios!

Então ele disse. Não com palavras floreadas nem com discursos ornamentados, mas antes da forma que ele melhor sabia. Tomou-a de assalto nos seus braços sem ligar aos resmungos dela. Eliminou a distância entre os dois corpos que já se conheciam tão bem. Não havia a mesma indiferença e frieza que a distância tinha marcado nas últimas semanas, mas sim um reconhecimento bem-vindo e caloroso. Ela engoliu a seco e ele mirou-a por um segundo, perdendo-se na beleza dela. Só depois fez aquilo que há muito deveria ter esclarecido. 

Rodeando a cintura de Dakota com os braços, Sam aproximou-a de tal modo que as faces de ambos se encaravam a escassos centímetros de distância. Os lábios de ambos quase roçavam. Tanto ele como ela sustinham a respiração, absorvendo as expectativas de um contacto mais intimo do qual já tinham saudades.

Dakota sentiu necessidade de quebrar o momento, embora não se tenha afastado do guarda-costas - Isto não é justo - lamentou numa voz tremida -  Que direito tens tu de te afastares de mim de repente, sem justificações algumas, e aproximares-te com igual rapidez? Não te permito que brinques comigo. - Quão difícil era pronunciar aquelas palavras com os sentimentos contraditórios a flamejarem-lhe o peito - Pára, Sam. 

- Se queres que me afaste, apenas di-lo. 

- Caramba, Sam! - Quase revirou os olhos sentindo uma vontade enorme de lhe dar um estalo por ele ser tão vago em palavras.

- De que serve o que eu quero se tu não me ouves? - Exclamou - Foste tu quem te afastaste. Foste tu quem decidiu que não devíamos continuar juntos. És tão estúpido. 

Relativamente a isso, ele concordava. Sabia que ela tinha razão, pois fora ele quem determinara que Dakota estaria melhor e mais segura se ele não fosse seu namorado. Sam sabia, ainda assim, que não fora só isto que o movera. Uma parte egoísta de si mesmo preocupara-se com ele. Não estava na sua natureza ir contra as regras que definira para si mesmo e a primeira de todas era nunca envolver-se pessoalmente com as pessoas para quem trabalhava. No preciso momento, ele ainda estava em conflito mas não conseguia decidir-se. Ele queria as duas coisas, fazer o seu bom trabalho e ter Dakota, tudo ao mesmo tempo.

- Tens razão, sou estúpido. Agi sem pensar muito no assunto. A ideia de te ter protegido insuficientemente toldou-me o juízo. Ainda agora o faz. Eu não posso ter-te. Ou melhor, não deveria - A morena suspirou por momentos - Tentei manter-me longe.

- E ao mesmo tempo tão perto! - Interrompeu ela por momentos - És o meu guarda-costas. 

- Pois sou. Devia ter sido apenas isso...Mas agora não posso. Quero ser mais do que isso. - Os olhos dela estreitaram-se em reconhecimento das palavras dele - Achei que afastar-me de ti seria o melhor para ti - e para mim, admito-o.

- A que conclusão chegaste? - Questionou a morena irónicamente, com um tom que denotava também alguma mágoa.

Olhando para ela, perdendo-se no esmeralda dos seus olhos magnetizantes, Sam sentiu-se arrependido pela forma como agira. As últimas semanas tinham sido infernais, tanto para ele como para ela, entendia agora.

- Errei. 

Ele era apenas homem. Também tinha direito a errar, embora o odiasse. Admiti-lo não era fácil para um homem como ele que se agarrava bastante ao orgulho. Contudo, até isso ficava em vulnerável perante os sentimentos avassaladores que sentia pela morena.

Os minutos foram de silêncio. Nem Sam sabia o que mais dizer, nem Dakota fazia transparecer alguma opinião. Ambos tinham a mente a fervilhar ao relembrarem todos os momentos que tinham passado juntos - os melhores das suas vidas - e nas últimas semanas em que se tinham tratado como completos estranhos.

- Eu lamento...

- Pára, Sam - Pediu ela, colocando a mão no peito dele - Arrependeste-te. Pergunto-me porquê agora, na mesmíssima noite em que pretendia jantar com um homem que é bastante galã, lindo e um bom partido aos olhos de Hollywood. Sou a única a ver coincidências? Se são os ciúmes que te movem, então não estou interessada.  - O guarda-costas quis interromper, reclamar que ela estava errada. Dakota não permitiu - Vais levar-me até ao Four Seasons. Ou então não. Um táxi parará, por certo, e sigo o meu caminho - A custo, ela saiu do abraço dos braços dele e do contacto do seu corpo. Teve de engolir a seco para recuperar a coragem - O que vai ser?

Então era isto, pensou ele, perdi a minha vez. A rejeição tão arrasadora que ele não ousou reagir contra ela. Respirou fundo e sentiu todo o corpo doer, sendo que a dor partia diretamente do seu coração. Anestesiado, regressou para dentro do Mercedes, convicto de que era seu dever enquanto guarda-costas levá-la em segurança até ao seu destino. Contudo, o homem apaixonado dentro dele quebrava a cada quilómetro que a aproximaria a Khris Johnson.

 

A viagem até ao Four Seasons não foi longa nem demorada. Ainda assim, pareceram horas para Sam. O português não caíra em si, nem na realidade de que perdera a mulher que amava por sua própria culpa. Uma decisão surgiu-lhe na mente, tão clara como água, e ao mesmo tempo angustiante: ele não podia continuar a ser o guarda-costas de Pearl. Houvera uma altura em que ele soubera separar o mundo profissional com a vida pessoal, mas já não conseguia. Seria uma interminavel tortura permanecer junto de Dakota sem no entanto poder alcançá-la. Ele falava a sério - ele não podia ser somente o guarda-costas dele. Ele precisava de mais, queria mais. 

Por isso deixá-la ia no hotel. Deixaria-a livre e para os braços de outro homem. Depois disso saíria daquele sitio, voltaria a casa dela apra recolher as suas coisas e passaria pelos escitórios da Lawson Security para apresentar a sua demissão. 

Quão sufocado se sentia Samuel!

- Chegámos.

- Espera aqui quinze minutos, por favor - Pediu ela antes de sair, mirando-o. 

Mal Dakota saiu do carro, Sam sentiu o impulso de arrancar. Tudo aquilo era demais para ele. Deu um murro no volante do Mercedes, mas nem isso levava a fúria que sentia dentro de si mesmo. Como pudera deixar-se chegar àquele ponto? Permitir que uma celebridade atingisse o seu coração de tal maneira? Tão estúpido. Idiota. Burro.

Ainda mais estúpido, idiota e burro se sentia por ter esperado. Não carregou com o pé no acelerador. Ao invés, puxou o travão de mão e esperou. Seria a última vez que veria Dakota, isto é, se ela regressasse. Não entendia porque razão pedira que ele esperasse quinze minutos. Deu por si a não poder mover-se daquele local.

Os minutos passaram lentamente, ou assim lhe parecia. Por fim, a morena apareceu novamente e desta vez entrou no lugar do passageiro ao lado dele. A confusão transpareceu na expressão normalmente controlada de Sam.

- És um idiota, Samuel Levitt. Eu queria-te. Queria-te tanto e tu, teimoso como és, decidiste por mim como tens mania de fazer. Decidiste que seria melhor para mim não ter uma relação contigo. Odeio isso, sabes? Odeio quando tomas decisões por mim - Sam não ousou intrometer-se no discurso dela, apesar de não saber aonde queria ela chegar - Tenho 24 anos. Sei bem o que é melhor para mim ou não. Nunca quis um guarda-costas nem alguém que me controlasse, mas tenho-te aturado há já sete meses e o momento mais insuportável de todos foi quando te afastaste de mim na altura em que mais te queria perto - A voz falhou-lhe por segundos - Foi uma grande treta teres vindo hoje mostrar-te arrependido. Tinha um encontro com o homem mais bonito de Hollywood, isso é dificil de superar, sabes? - Dakota, que prosseguira sem parar, calou-se. Então esboçou um largo sorriso, repleto de felicidade.

Sam não entendia nada. Viera ela dizer-lhe isto para o ferir ainda mais? Queria ela um pedido de desculpas?

Para piorar a confusão da situação, Dakota começou a rir-se. Parecia realmente deleitada com toda a ocasião - Oh, a tua cara. Devia ter tirado uma fotografia. Impagável!

Ela continuou a rir-se e ele não encontrava a piada - O que estás a fazer?

- Estou a aceitar o teu arrependimento, Levitt! Eu queria-te antes e quero-te agora e vou continuar a querer - Dizendo isto, aproximou-se dele - Só tens de me prometer que não te vais armar em "eu é que sei" comigo nem afastares-te de repente como tens feito. Eu não te consigo resistir, tolinho. É isso que te estou a querer dizer. 

Sam estava atónito. Ficou ainda mais assim que ela conseguiu colocar-se no colo dele (apesar do apertado espaço que o Mercedes oferecia) e comprimir o seu corpo com o dele. O sorriso de Dakota resplandecia. Subitamente consciente da dimensão de tudo aquilo, Sam não resistiu mais e eliminou a distância entre os lábios de ambos. A urgência daquele beijo era avassaladora. Os corações dos dois, outrora em risco de se perderem em mil pedacinhos, recuperaram num ápice, começando a bater a um ritmo veloz e forte, típico de dois apaixonados que há muito não partilhavam um contacto tão especial. 

Por necessidade de oxigénio, Sam teve de separar-se dos lábios da morena. Olhou-a com curiosidade e admiração. - O que foi isto tudo? Porque esperaste até estarmos aqui para me dizeres isto?

- Porque tu precisavas de sofrer um bocadinho - Revelou ela com uma naturalidade nata, como se aquela fosse a resposta mais óbvia do mundo - Como eu disse antes, és um idiota. Estas últimas semanas foram horriveis. Demoraste bastante mais do que achava a arrependeres-te - Dizia-o como se não tivesse dúvidas de que ele o faria - Achei que merecias também um bocadinho de agonia tal como eu senti ultimamente. 

Ele nem se conseguiu importar com a atitude dela. Aliás, até se riu e logo foi acompanhado por ela. Perdeu-se novamente nos lábios dela, no seu sabor adocicado, na energia que Dakota transmitia. Ela fizera-lhe falta. E pensar que a achava perdida para sempre...

- Oh, eu amo-te. Eu amo-te Dakota Reed. 

 

É uma vergonha ter demorado mais de dois meses a publicar um capitulo novo. Têm toda a razão para reclamar comigo! Nestes últimos tempos cheguei mesmo a pensar que ia dar esta história por terminada, desistir da mesmas, mas ontem um laivo de ideias apareceu-me e hoje consegui escrever e terminar um capitulo. Oxalá tivesse conseguido mais cedo, mas estou cm um bloqueio de escritora gigante e tem sido dificil superá-lo.

Não sei quando poderei publicar o próximo capitulo - primeiro há que escrevê-lo!  Não estou nada satisfeita com a forma de como este capitulo saiu, deveria ser bem mais dramático...mas bom, o Sam já sofreu suficiente, ou não? Aquela Dakota foi mázinha. 

A partir daqui, temo eu, a história vai começar a andar rápido. Mas tem de ser, antes que a inspiração para esta história cesse de todo e eu a deixe inacabada. 

Desde já, assinalo as queridas leitoras que têm acompanhado Her Bodyguard:  Sara ♡ ; Twi ; SmartieJoanna;  maggie. ; andy mcdown Nessie ;   Liz ; Ynis ; Snow;     Esta história está também disponivel no Wattpad, se preferirem lerem por ali.

 

p.s ainda não reli nem editei o capitulo 

 

 

 

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Sacha Hart
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15 comentários

De twilight_pr a 05.06.2015 às 20:19

Adorei o capítulo, quando eu reparei depois de ver que estava já dispinivel no wattpad fiquei "what?!" e vim a correr para aqui para ler e não é que ainda me lembro da história?
Será que é o Khris o crazy one? Foi assim uma ideia que me deu uma volta na cabeça assim de repente.
E que saudades eu tinha desta história e saudades de vir cá, porque digo-te.. eu adoro vir cá, este visual é tão fresh *-*
Beijinhos*

De sacha hart a 06.06.2015 às 10:32

É quase um milagre ter publicado algo novo. Fico contente por ainda te chamar a atenção depois de tanto tempo x)
Será o Khris o crazy one? Bom, terás de esperar para descobrir ;)
Obrigada por teres lido e comentado, Twi ^^
Beijinhos

De twilight_pr a 06.06.2015 às 14:42

Bem, tu só me chamas a atenção porque eu gosto da forma como tu escreves e estou a gostar desta história porque se não fosse por isso... :x
É que deu-me assim de repente a ideia e agora não me sai da cabeça, estou curiosa para ver. Vai na volta é alguém que está mesmo debaixo do nosso nariz (daí eu ter pensado nele) e ainda ninguém se apercebeu x3
Sempre <3
Beijinhos*

De Ynis a 05.06.2015 às 20:47

Por momentos tive vontade de encher a cara da Dakota de murros infinitos. Se bem que vê-la nos braços do outro podia ter-se tornado interessante.
Devias fazer um agradecimento especial à minha pessoa por ter corrigido todos os teus erros e não meteres o meu nome ao lado de uma pessoa que nem gosto. Ao menos que me metesses entre a Nessie e a Liz. Tristeza.

De sacha hart a 06.06.2015 às 10:33

Teria sido interessante, sem dúvida. Talvez ainda aconteça...
Sabes que te estou bastante agradecida por isso. Mas, confessa lá, tu adoras evidenciar os meus erros, deve ser um hobbie.
Fica para a próxima ^^
Beijinhos

De Ynis a 06.06.2015 às 11:52

Yeah, mas se isso acontecer agora para mim perde todo o sentido da história. Só se inventares uma trama muito boa.
Devo saber U.U .. Adorar?! Claro. Não seria bem um hobbie, mas dá para passar o tempo ahahah.

De jules emerson. a 06.06.2015 às 21:49

Adorei! Já tinha saudades de ler a história da Dakota e do Sam! :)
Adorei o capitulo!
Sim acho que o Sam já sofreu o suficiente... Adorei a parte que ela voltou para o carro para lhe dizer que aceitava o arrependimento dele! :)
Fico à espera do próximo capitulo e acredito que consigas escrevê-lo e tão bem ou até melhor que este! :)
Beijinhos!

De sacha hart a 08.06.2015 às 18:20

Fico contente por teres lido e comentado. Obrigada querida!
Obrigada pelo elogio. Espero ter o próximo em breve - e melhor do que este!
Beijinhos

De • Smartie a 06.06.2015 às 22:32

Um capítulo novo, que bom! Já tinha saudades *-*
Eu sei que a Dakota foi um bocado mázinha para o Sam, mas eu adorei xD Ele mereceu, por se ter afastado dela ~~' xp
Eles são tão queridos, aww :3
A ver vamos o que vai acontecer a seguir, fico ansiosamente à espera do próximo! :D
Beijinhos

De sacha hart a 08.06.2015 às 18:22

Também acho que o Sam mereceu aqueles minutos de sofrimento, haha.
Espero trazer o próximo em breve!
Obrigada por continuares uma fiel leitora!
Beijinhos ^^

De Joanna a 06.06.2015 às 23:51

omg a imagem está tão fixe e sexy
eu li o capítulo no wattpad e votei lá mas queria comentar aqui porque pronto e.e ADOREI
confesso que também fiquei preocupada quando a dakota foi à mesma ao hotel mas fiquei hmmmm ela mandou-o esperar e foi pouco tempo por isso vão resolver as coisas! e resolveram e foi tão sdjcbhjhbxdjhcb
agora precisamos de saber é do stalker assustador dela! beijinhoos

De sacha hart a 08.06.2015 às 18:46

A imagem tinha de ser da Blanca desta vez. Ela tem tantas fotos bonitas, gosh!
Fico contente por continuares a gostar!
Saberão mais do stalker em breve!
Obrigada por teres comentado ^^
Beijinhos

De Sara a 08.06.2015 às 20:11

Finalmente! Já tinha saudades destes dois, o capítulo foi giríssimo!
Mal posso esperar pelo próximo :)

De sacha hart a 11.06.2015 às 17:24

Fico contente por sabê-lo, querida!
Espero dar-vos o próximo em breve.

De andyjopanda a 10.06.2015 às 22:45

Desculpa, mas só consegui ler agora e só posso dizer adorei! Fiquei em modo What The F***, quando ela disse-lhe aquilo ao Sam, mas acabei-me por rir depois que percebi o porquê daquilo, adorei que eles se tenham acertado, mal posso esperar pelo próximo :) Bjs

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