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Capítulo 10 {Her Bodyguard}

por sacha hart, em 13.12.14

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Samuel Levitt encontrava-se num impasse. As regras pela qual seguia a sua ética profissional entravam em colisão com o forte desejo por Dakota que crescera e crescera desde o primeiro momento em que a vira.

Ela estava à sua frente, posando que nem uma deusa. O diminuto bikini vermelho acentuava-lhe as maravilhosas curvas do seu corpo moreno. A luxúria apoderava-se de Sam, e no entanto não foi isso que o fez mergulhar no pecado. Havia mais do que luxúria e desejo carnal. Havia uma ligação que deixava o seu coração a bater mais rápido e ele soube, no seu íntimo, que não resistiria ao encanto de Dakota Reed. Pretendia torna-la sua.

- Sam… - A melódica voz dela despertou-o dos pensamentos. – Vais recuar desta vez, também? – Muito embora ela parecesse segura de si mesma e sensual, a voz traiu-a, evidenciando uma vulnerabilidade que fez Sam compreender que ela devia estar a passar por uma confusão de pensamentos, tal como ele.

- Eu não sou homem de recuar. – Justificou de imediato. Deu um passo em frente, dando-se razão – Oh Dakota…

Que se danassem as regras, pensou o guarda-costas. Agora não conseguiria recuar. Nem o faria.

 O olhar de Dakota manteve-se aliciante, até expectante. A respiração dela estava suspensa. Sam avançou e segurou o rosto dela. Sentiu-a ficar tensa, não por medo, antes por ansiedade. O olhar do guarda-costas recaiu sobre os pecaminosos lábios vermelhos da cantora. Houvera alturas em que quase perdera a cabeça e a beijara, mas arranjara sempre juízo para não o fazer. Contudo, ali, naquele momento, não pensou duas vezes.

Apoderou-se dos lábios dela. Iniciou o beijo lentamente e Dakota retribuiu. Ela entreabriu os lábios, incentivando-o a ir mais longe. Aquele beijo correspondia às expectativas que ambos tinham formado ao longo do tempo. Atiçava, também, mais desejo ainda.

- Eu quero-te, Sam – Sussurrou ela baixinho como se estivesse tímida – Toma-me.

Ele cruzou o seu olhar com os maravilhosos olhos esmeralda. O que viu neles abalou-o. Desejo. Necessidade. Carência…e algo mais. Sam correspondia com o mesmo e foi por isso que voltou a beijá-la. Daí seguiu os seus lábios até ao pescoço da morena, depois o ombro despido… Olhou-a antes de prosseguir – Estás segura disto, Dakota?

- Como em mais nada da minha vida.

A resposta agradou-o. Puxou-a pela cintura e encostou-a ao seu corpo. O fato de banho dela molhou-lhe a camisola. Procurando rectificar a situação, a morena puxou-lha de uma só vez, deixando-o em tronco nu. Passou as mãos pelos bonitos peitorais dele e mordeu o lábio. Sam riu-se e decidiu, de uma vez por todas, que a ia possuir.

No espaço de segundos pegou nela ao colo e deitou-a na relva do jardim. Estava uma noite quente em Los Angeles. O céu brilhava com inúmeras estrelas e a Lua iluminava os apaixonados.

Dakota viu-se por baixo de Sam. Ele olhava-a com tal intensidade que o seu corpo tremia. Ansiava pelo seu toque. Tanto o seu corpo como o seu coração se entregavam a ele naquela noite estrelada.

Ela esticou a mão e toucou-lhe no rosto – Não pares – Pediu.

- Não tenciono fazê-lo, Dakota – Voltou a beijá-la e enquanto o fazia colocou-se na melhor posição.

As mãos fortes do guarda-costas começaram por desapertar a parte de cima do bikini. Ambos se olhavam enquanto o faziam, deliciados com o rumo de tudo aquilo. Dakota não ficou parada e procurou libertar Sam da sua roupa. Não queriam barreiras alguma.

A nudez não os intimidou. Pelo contrário, maravilhou-os. Envolveram-se num abraço que só podia ser descrito como apaixonado. As mãos dele tocaram cada curva do corpo dela. Dakota estava inflamada pelo desejo e quando ele se dedicou ao prazer dela, sentiu-se nas nuvens. Sam era tão atencioso, preocupado e carinhoso como ela imaginara.

- Quero-te, Sam – Voltou a dizer – Quero-te tanto.

O silêncio dele não a perturbava. O que ela dizia em palavras, Sam respondia em actos.

Dakota fitou-o e mordeu o lábio, contendo um gemido que se formava na sua garganta. Soltou-o quando sentiu Sam mergulhar dentro de si, preenchendo-a da maneira que apenas um homem podia. Mas não era só carnalmente. Não. Estendia-se muito além disso. Sam preenchia-a de formas que ela não podia sequer descrever. Lágrimas afloram-lhe os olhos com tantos sentimentos à flor da pele.

Estava, receava, perdidamente apaixonada pelo seu guarda-costas.

Samuel foi terno. Possui-a calma e carinhosamente. Os beijos dele completavam as investidas. Os corpos uniam-se como um só e parecia tão certo, como se fossem duas peças de puzzle que encaixavam perfeitamente.

- Sam…

Os gemidos dela ecoaram pelo jardim, mas nenhum dos dois se importou pois sentiam-se como se estivessem num mundo só deles. Eram apenas Sam e Dakota. Dakota e Sam. Nada estragaria aquele momento.

E então, por uma fracção de segundos, ele olhou-a mesmo quando Dakota se começava a perder numa espiral de prazer. Ela nunca lhe parecera mais bonita. Ele soube, naquele preciso momento, que o seu coração sucumbira aos encantos da bela Dakota.

 

Dakota acordou no seu quarto na manhã seguinte. Viu-se sozinha na sua grande cama e o pânico instalou-se ao pensar que sonhara a noite mais maravilhosa da sua vida. Tranquilizou-se quando viu ao seu lado uma tulipa vermelha, como aquelas que tinha no seu jardim e onde ela e

Sam tinham rebolado de madrugada.

Abraçou-se à almofada e maravilhou-se com o odor masculino nela emprenhado. O cheiro dele. Do Sam.

O seu coração voltou a bater a mil assim que memórias da noite anterior a assaltaram. Sam possuíra-a, mas mais do que isso, Sam tomara-a como se ela fosse a única mulher no mundo. Fizera-a sentir tão especial como nenhum outro conseguira. O contentamento que sentia fê-la soltar um gritinho.

- Onde estás tu, Sam? – Perguntou-se.

Alguém bateu à sua porta. Pensando já que era Sam, a morena esboçou logo um sorriso animado.

- Koda, querida! – A voz do pai estragou-lhe as fantasias. Antes que ele decidisse entrar, ela levantou-se atabalhoadamente e procurou o seu robe. Que lhe diria o pai se a visse nestes preparos?! – Bom-dia minha pérola!

George Reed entrou pelo quarto a dentro dirigindo-se à sua preciosa filha – Vim fazer-te uma visita, querida. Desce e tomamos o pequeno-almoço juntos. Fico à tua espera – Beijou-a na face e voltou a sair.

Dakota riu-se, envergonhada. A sua vontade era ir à procura de Sam, dar-lhe um beijo de boas-vindas e aliciá-lo a voltar para a cama com ela. Contudo a surpresa da visita do seu pai obrigava-a a adiar o seu plano. Quiçá, encontrasse Sam pelo caminho. Pedir-lhe ia que se juntasse a eles. Estava tão feliz que não conseguia parar de sorrir.

 

Dakota apressou-se a chegar à salinha do pequeno-almoço. Não gostava de fazer o pai esperar. Ainda para mais, tinha outros planos para os eu dia que não envolviam ficar retida com George Reed.

Ao entrar na salinha viu dos homens. O seu pai, já careca e rechonchudo pelos anos, e o seu guarda-costas. Sam era a epítome de um homem no auge da sua vida. Era belíssimo. A sua pode era a habitual firme e profissional, de um homem que nunca baixava a guarda. O seu rosto tinha contornos rudes, especialmente quando aparentava aquela expressão severa. Dakota sentia-se atraída pela seriedade e firmeza dele. Vestindo preto dos pés à cabeça, evidenciava o corpo bem esculpido e em excelente forma física. Soltou uma risadinha baixa relembrando a noite passada na qual passara os seus dedos por casa pedacinho do corpo dele. Um arrepio caloroso vibrou pelo corpo dela.

Sorriu de imediato, apenas concentrada no homem que lhe conquistara o coração. A presença de Sam atraía a atenção de qualquer pessoa. Ela não era imune.

- Dakota, querida, foste rápida. – Começou o pai quando notou na presença dela – Estou admirado.

- Ora pai…

- Demoras sempre tanto tempo! – Exclamou George – Mas ainda bem. Chegaste mesmo a tempo. Estava aqui a falar com o Levitt sobre como é importante aumentar a tua guarda. Não é que não tenha confiança nas capacidades dele, mas precisas de mais segurança.

Koda conteve-se para não soltar um suspiro desagradado. Sam chegava-lhe perfeitamente. – Estás a exagerar, como sempre. Papá, não preciso de mais segurança. O Sam dá conta do recado – Ela já o tinha a ele e mais dois seguranças. Não queria mais ninguém! – O Sam Levitt é muito… competente. – Olhou maliciosamente para o guarda-costas.

A morena aproximou-se de Sam. Preocupava-se menos com o que o pai acharia, mais com a vontade que tinha de o beijar. Tencionava tocar-lhe quando, disfarçadamente, Sam se afastou. Ele lançou-lhe um olhar inexpressivo e formal, o que desagradou tanto quanto confundiu Dakota. Mas pior foi o que ele disse em seguida:

- Na verdade, Mr. Reed, estou completamente de acordo consigo. Acho que devia redobrar a equipa de segurança.

George pareceu muito agrado por ouvir aquilo. Já a sua filha fulminou-o com o olhar.

 

- Terei ouvido que é preciso mais dos meus homens?

Surpreendo todos os que estavam na salinha, Christa entrou. Vinha num dos seus impecáveis fatos pretos. Ninguém diria que por detrás daquela faceta profissional e arrumada existia, na verdade, uma mulher de cinturão negro cuja inteligência fazia dela uma das melhores guarda-costas dos Estados Unidos.

A Christa Patterson nada lhe escapava.

Sam sentiu-se de imediato desconfortável. Na última conversa que tivera com a sua chefe, ela desconfiara que ele tinha algo mais com Dakota. Agora, efectivamente, ele tinha e a cantora não estava a ser especialmente discreta com o olhar que lhe mandava agora.

Ele tinha de controlar a situação antes que Christa descobrisse.

- Oh, Christa, veio dar-nos o prazer da sua companhia para o pequeno-almoço? – George foi até ela e cumprimentou-a -  Ainda não conheceu pessoalmente a minha filha. Esta é a Dakota, a Pearl. Querida, esta é Christa Patterson, a presidente da Laweson Security aqui em Los Angeles.

Dakota não tentou, sequer, mostrar que ficava animada com aquela apresentação.

- Prazer em conhecê-la, Dakota. Tenho ouvido falar muito de si.

- Acredito que sim. Agora, deixe-me retomar o meu ponto de vista e responder à sua pergunta. Não estou mesmo a necessitar de mais homens seus. O Levitt é mais do que suficiente, eu também não sou assim tão procurada.

- Não foi isso que o Samuel me disse da última vez que falámos. – Podia estar virada para Dakota, mas os olhos de Christa estavam presos em Sam de uma maneira possessiva. – Há um perseguidor à solta. É necessário tomar precauções.

- Um perseguidor!?

Dakota não fez caso ao pai. – Não lhe chamaria perseguidor, é apenas um fã.

- Um fã que consegue ultrapassar os limites.

A tensão aumentou naquela salinha. Sam, apercebendo-se que nada daquilo era bom, interferiu entre as duas mulheres – É um assunto a ser discutido.

- Sem dúvida, Sam – Retorquiu a patroa, contudo olhando para Dakota. Depois mirou George – Vou ter que declinar a sua oferta, Mr. Reed. Tenho assuntos a tratar com o meu homem. Falaremos em breve, porém. Tenho a certeza.

- Claro, Christa – Pegou na mão da mulher e beijou-a – É sempre um prazer vê-la. Se a minha filha está bem protegida deve-se a si e aos seus homens.

-É o meu dever. – Concluiu com um sorriso afável. Virou-se para o seu empregado e pousa a mão no braço musculado dele. – Vem, Sam, precisamos de falar em privado. Talvez no teu quarto?

Sam não sabia o porquê deste jogo de palavras dela. Não perguntou, contudo. Teve que ir atrás da patroa mas não sem antes ver o olhar furioso e ciumento de Dakota assim que saiu.

 

Levitt dirigiu Christa não para o seu quarto, mas para o interior do escritório da mansão. Parecia-lhe mais indicado.

O guarda-costas observou Christa por instantes. Christa comportara-se de forma pouco profissional ainda há pouco. Não era nada dela fazer cenas assim. Isso levava Sam a ponderar que algo se passava e, sendo assim, ele tinha de ter cautela com o volátil humor de Christa Patterson.

- Passa-se alguma coisa para teres vido até aqui? Eu teria ido até ao escritório.

- Se tivesses atendido o teu telemóvel – Exclamou ela, irritada. –  Mas porquê? Estás a esconder alguma coisa para não me queres aqui?

- Não é nada disso – Sam respondeu no tom mais natural possível. Aprendera a mentir convincentemente e esse talento servia-lhe muito bem agora. – Só não é costume. Nem o costume.

Christa semi-cerrou os olhos. Sam percebia que ela o analisava. Aparentemente, acreditara. Chegou-se para mais perto dele e pousou-lhe a mão no antebraço. Depois apertou, marcando a pele dele com as suas unhas.

- Espero bem que não me escondas, nada, Levitt. Podes ter a certeza que descobrirei se alguma coisa se estiver a passar.

Face ao olhar crítico dela, Sam não tinha dúvidas de que isso era verdade.

 

O pequeno-almoço e a conversa fiada do pai estavam a demorar séculos para Dakota. Sentada na sua cadeira, fingia interessada naquilo que George Reed dizia, quando na verdade tinha o olhar pregado à porta e a mente a imaginar os mil cenários que podiam estar a acontecer entre Sam e a aquela mulherzinha.

Mais do que zangada, a morena sentia-se irritada. De manhã acordara com bom humor mas agora esse extinguira-se. Se antes lhe apetecera beijar Sam, agora queria dizer-lhe das boas!

De repente, a porta abriu-se. Para desagradado dela, não era o seu guarda-costas. Tratava-se um homem baixinho que trazia um grande ramo de flores.

- Menina Dakota Reed? – Perguntou mesmo conhecendo a cantora – Trago um presente de Mr.Johnson.

Logo a seguir, Sam entrou. Dakota percebeu pelo olhar dele que ouvira de quem era aquele ramo. A cantora esquecera-se completamente do incidente com Khris Johnson na noite anterior! Esquecera tudo depois da magnífica madrugada que partilhara com Sam.

Mas pelos vistos o seu pai não esquecera aquele beijo indesejado.     

- Não se fala de outra coisa nas revistas! Tu e o Khris Johnson serem um casal? Genial, minha pérola,  isto vai ser noticia para durar semanas. Ele é muito bom. Está a fazer imenso sucesso, tal como tu. Que atencioso, ele é! É bom saber que trata bem a minha menina.

Dakota engoliu a seco. Não podia o seu pai calar-se um bocadinho que fosse. Evitou olhar para Sam enquanto assinava o comprovativo das flores. Largou o ramo em cima da mesa, sem o mínimo interesse no mesmo.

- Papá, eu e o Khris somos apenas amigos!

- Amigos coloridos? - Inquiriu o pai, fazendo uma careta – Vocês, moços desta geração, são muito complicados.    - Não somos amigos dessa maneira…

 O pai nem a ouvia – Querida, eu sei hoje em dia as coisas mudaram, mas desculpa, se um homem e uma mulher se beijam, são um casal! São namorados! Isso dos amigos coloridos só serve para ter sexo, e minha pérola, espero que nisso ele seja tão atencioso como ao dar-te elas flores.

Dakota não podia acreditar nas coisas que o pai dizia! Onde estava um buraco onde se pudesse enterrar?

- Da qualquer das maneiras é um golpe de publicidade fantástico. Aposto que vão começar a chover propostas para sessões fotográficas, entrevistas. Filmes! Já pensaste nisso? Sempre quiseste fazer um filme e agora de certeza que te vão juntar ao Khris num.

Sam saiu da sala e a morena soube que tinha de ir atrás dele. O pai dissera coisas patéticas e esperava que Samuel tivesse tido a inteligência de as ignorar.

- Desculpe-me por um bocadinho papá.

 Sem dizer mais nada, saiu apressadamente e foi atrás do guarda-costas.

Quanto muito, era ele o seu amigo colorido.

O que diria o seu pai se soubesse?

 

Aqui está o tão desejado décimo capítulo de Her Bodyguard. É caso para dizer finalmente!

O capítulo não saiu bem como eu queria, mas acho que este momento não estou a conseguir escrever nada de jeito. Ainda assim espero que tenham gostado. Sei que muitas de vocês estavam à espera deste momento! Não pensei, porém, que o ritmo da história vai começar a declinar. Muito pelo contrário! Pelas minhas contas ainda há muitos capítulos por escrever.

Vou apenas fazer lembrete às leitoras que têm acompanhado a história, caso este post não vos tenha aparecido nas Leituras ||  Joanna  ▲ Twi ▲andymcdown ▲ electra kerry ▲ Smartie ▲ francis marie ▲ Sara ♡ ▲ maggie. ▲ Nessie 

 

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Sacha Hart
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14 comentários

De twilight_pr a 13.12.2014 às 16:44

Ai meu Deus que eu adorei o que acabei de ler, foi simplesmente fantástico! ADOREI ADOREI!
Ai que eu nem sei o que é que te posso dizer é que foi fantástico!
Meu Deus, será que a chefona vai mesmo descobrir tudo o que acontece entre ele e ela?
Estou super nervosa para descobrir quem é que é esse tal "fan".
Estou super mas super entusiasmada para ler mais :D
Beijinhos*

De sacha hart a 13.12.2014 às 22:11

Ohhh, fico muuuuito contente por saber que adoraste. Estava com medo que o capitulo não conquistasse tanto entusiasmo assim.
Obrigada por leres e comentares, Twi! Beijinhos ^^

De twilight_pr a 13.12.2014 às 22:17

Acredita, conquistou-me em todos os aspectos! Acho que foi um dos meus capítulos favoritos e tudo! Ai não, eu tenho a certeza *-*
Foi sem dúvida fantástico!
Vou estar aqui para continuar a ler, podes ter a certeza :3
Beijinhos*

De Joanna a 13.12.2014 às 18:12

omg ainda dizias tu que o momento deles não ia ser nada de especial, deves estar maluca só pode! eles são tão sexys e fofinhos e apesar de ter adorado a cena do ar livre if you know what i mean, parte de mim ficou bue OMG E SE O PERSEGUIDOR ESTIVER A VER ISTO??? o que diga-se de passagem que seria bastante assustador...........
o pai dela é um bocadinho para o irritante ou é só de mim? -.- e o khris é sexy porque pronto.. ian.. mas nope, sakota (??) forever
adorei o capítulo e mal posso esperar pelo próximo!
beijinhos c:

De sacha hart a 13.12.2014 às 22:14

A meu ver o momento deles não foi tão especial como o tinha na minha cabeça. Foi até por isso que não fiquei satisfeita com o que escrevi.
Sim, o creep estar a vê-los ... mas isso só saberás mais tarde!
O pai dela é muitíssimo irritante, mas tem razão de ser. Descobrirás em breve.
O Khris é mais sexy que o Sam, sem dúvida, mas acho que o Sam ganha depois na personalidade e é isso que atrai a Dakota.
Beijinhos ^^

De andyjopanda a 13.12.2014 às 18:52

Amei <3 principalmente a tua descrição do momento bem quente, não podias ter escrito melhor, tá demais, ele é tão fofinho, quer dizer são os dois, também o pai dela é bem atrevido com aquelas conversas, espero que não fiquem chateados, tou ansiosa pelo próximo :) Bjs

De sacha hart a 13.12.2014 às 22:21

Fico contente pro saber, querida! Na verdade essa cena ficou aquém das minhas expectativas que tinha ao escrever :c
Beijinhos!

De • Smartie a 13.12.2014 às 19:44

Yeeey, um novo capítulo para ler! E que capítulo *-* Gostei tantoooooo daquela cena entre a Dakota e o Sam, eles são tão fofinhos e eu gosto mesmo de os ver juntos :D Depois é que tinha de vir o pai dela e a patroa do Sam para chatear, realmente u.u Espero que as coisas que foram ditas por esses dois não criem mal-entendidos entre o casalinho de "amigos coloridos" :3
Tu já sabes que eu adoroooo a fic, que sou fã destes dois e que quero é sempre ler mais, por isso fico ansiosamente à espera do próximo +.+
Beijinhos***

De sacha hart a 13.12.2014 às 22:24

Muito obrigada por teres lido e comentado! Fico ainda mais feliz por saber que gostaste!
Espero não demorar a entregar o próximo capítulo. Beijinhos ^^

De jules emerson. a 13.12.2014 às 19:46

Adorei!
OMG! Finalmente! *-*
Fico ansiosa por saber o que vai acontecer a seguir! :)
Beijinhos!

De sacha hart a 13.12.2014 às 22:25

Realmente, finalmente x)
Estava-se a ver que entre aqueles dois nunca mais acontecia nada.
Obrigada por teres lido e comentado! Beijinhos

De electra kerry a 14.12.2014 às 13:15

Ai ai, adoro ver o Sam e a Koda juntos, mas temo que se descubra que estão juntos e dê para o torto, espero que o Sam consiga dar a volta
Mais mais
Beijinhoo*

De francis marie a 28.12.2014 às 23:31

Começa bem acaba mal, nem sei como me sentir em relação a este capítulo!
Amei o início, porque bem, eu já estava há espera deste momento desde de sempre, mas este final, meu Deus, a Dakota ficou com demasiadas esperanças e as mesmas foram-lhe arrancadas, pobrezinha, e aquela patroa e o Kris já me irritam, credo!

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